África do Sul

OUTUBRO – Factos históricos que occoreram neste mês

Busto de Martim Moniz no Castelo de São Jorge

Começamos com D. Afonso Henriques a conquistar Lisboa aos Mouros decorria o ano de 1147 depois de quatro meses de cerco, assim no dia 25 de Outubro o nosso primeiro Rei entra triunfante na Fortaleza Mourisca, hoje Castelo de São Jorge. Caso narrado no manuscrito “De Expugnatione Lyxbonensi” da autoria de um Cruzado Inglês que participou na Batalha, quando se deslocava para Terra Santa.
Da conquista da Capital nasceu a lenda de Martim Moniz, que sacrificou a própria vida devido a um descuido dos mouros que entreabriram uma porta para espreitar para fora e este bravo cavaleiro com o seu corpo evitou que ela se fecha-se, dando assim entrada aos seus camaradas de armas para dentro da fortaleza.
Ainda hoje se encontra devidamente assinalada a porta com o seu nome… Verdade… Mentira… Lenda ou Realidade?


Outro facto importante que transformou toda a nossa vida, Thomas Edison inventou a lâmpada a 21 de Outubro no ano de 1879, a sua maior conquista foi a Pearl Station, a primeira central eléctrica no mundo.
O cinema muito lhe ficou a dever, foi baseado na informação recolhida da descoberta da máquina de imagens e de som o “ Kinetoscopio”, que deixou de ser mudo.
Registou ao longo da sua vida 1.300 patentes, as suas pesquisas e trabalho, levaram que fosse fundada com êxito em 1892 a multinacional GE, (General Electric).
Thomas, nasceu em Milan Ohio, nos Estados Unidos, em Fevereiro de 1847, frequentou a escola por poucos meses, foi vendedor de jornais, telegrafista, entretanto começa a sofrer de surdez, que foi progredindo ao longo da vida, morreu em 1931 aos 84 anos.


No dia 13 de Outubro é o dia dedicado às catástrofes naturais, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, uma chamada de atenção para as grandes superpotências mundiais e para os cidadãos comuns para os problemas que afectam todo o universo, bem visíveis mesmo aos olhos dos mais distraídos.
Basta para isso saber ouvir e ver como as coisas estão a mudar drasticamente, desde os degelos com o aquecimento global, Tufões, Tornados, etc., e o Mundo, contínua de braços cruzados, pouco ou nada vai sendo feito… Vai-se esperando por dias melhores… que mundo as futuras gerações vão encontrar!


Revolução Francesa
Foi há 230 anos, que Maria Antonieta “perdeu a cabeça”, estava-se no século XVIII, reinava Luiz XVI, os franceses estavam descontente, o governo absolutista fazia cada vez mais e mais os seu súbitos enfrentavam a miséria e em consequência a fome, enquanto a corte vivia à “grande e à francesa”, os senhores, esses, descontentes com os altos impostos.
Maria Antonieta da Áustria, casou com Luiz XVI de França, quando tinha 14 anos, ainda ele era príncipe, o que não foi visto com bons olhos tanto pela burguesia como pelos plebeus, as relações entre a Áustria e a França nunca foram boas.
O príncipe Luiz sobe ao trono logo a pós a morte do pai, Maria Antonieta torna-se rainha, leva uma vida luxuosa tal como toda a corte.
No ano de 1788 as colheitas foram terríveis, cada vez mais a fome dilacerava a população, os luxos continuavam na aristocracia, a burguesia também estava descontente com o governo.
Dá-se a revolta, o rei e a rainha consorte são depostos, os revoltosos invadem a Bastilha e soltam os presos políticos, querem acabar com o absolutismo.
O Luiz XVI é executado em Janeiro de 1793, Maria Antonieta continua presa é julgada e executada em praça pública na guilhotina, no dia 16 de Outubro desse mesmo ano.
Maria Antonieta foi o “bode” expiratório de todas as faltas da época, embora levasse uma vida de excessos, nada era comparado com a da burguesia.
O médico, Joseph Guilhotin, achava que os condenados à morte tinham direito a ter uma morte digna, sem sofrimento, não horrenda como aquela de serem queimados vivos na fogueira, uma lâmina pesada e afiada seria o ideal para decapitar o condenado rápido e sem sofrimento, foi estreada na Revolução Francesa e usada pela última vez em 10 de Setembro de 1977.

Idalina Henriques

Leave a Reply

Back to top button