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NOTÍCIAS DA MADEIRA

Rali Vinho Madeira queimou últimos cartuchos na baixa funchalense

A edição deste ano do Rali Vinho da Madeira “queimou os últimos cartuchos” na baixa do Funchal, com os adeptos do desporto automobilístico a poderem felicitar os pilotos no final da prova, e admirar mais uma vez os seus bólides.
Entre a Avenida do Mar, a Praça do Povo e o parque instalado no Largo do Colégio, os automóveis circularam exibindo a potência dos seus motores para gáudio de locais e turistas, que não deixaram de os fotografar.


Alexandre Camacho venceu novamente a prova, registando seis sucessos na clássica insular.
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, esteve na baixa para felicitar os vencedores, acompanhado de membros do seu executivo, assessores e guarda-costas policiais.
Aliás, a presença da PSP foi grande neste rali, não só assegurando a segurança pessoal do presidente do GR, mas sobretudo orientando o trânsito e procurando manter a segurança. Muitos agentes foram mobilizados para o acontecimento que fechou estradas um pouco por toda a ilha.
No final, até o gabinete do representante da República para a Madeira emitiu uma nota felicitando, “na pessoa do Dr. Paulo Fontes, presidente da entidade
organizadora, todos aqueles que trabalharam para mais um elevado sucesso
deste evento desportivo, que todos os anos mobiliza e entusiasma muitos
milhares de residentes na RAM e de visitantes nacionais e estrangeiros”.


IN FUNCHAL NOTÍCIAS

Preços no Mercado dos Lavradores para “escaldar” o comprador

O Mercado dos Lavradores tem sido muito falado ao longo dos anos mais recentes, e nem sempre pelas melhores razões, com queixas de turistas e reportagens em publicações internacionais a denunciar a especulação que decorre naquele espaço comercial, maioritariamente à custa dos visitantes estrangeiros.
Se há quem visite aquele espaço apenas para o ver, e nada compre (queixa recorrente dos vendedores), e ainda exija casa de banho de graça e bem apetrechada, também há preços que não lembram ao diabo, numa ilha que se gaba de fazer do bom acolhimento prática já centenária.


Visitar mercados e nada comprar, é prática turística por esse mundo afora. Não é preciso tratar-se de turismo “de pé descalço”: há quem não queira comprar frutas nem legumes, nem nenhuma outra coisa, e prefira apenas ver e fotografar o colorido, viver a movimentação destes espaços.
Os negócios podem não ir de vento em popa para os comerciantes, mas deparar com preços de frutos, secos ou não, a quase 50 euros ao quilo, é algo que não se vê nos mercados das cidades mais famosas do mundo. Porquê, então, acontece isto no Funchal?
É o que se interrogam os nossos leitores, que nos fazem chegar a queixa de que, aparentemente, o Mercado dos Lavradores é um dos mais caros do Mundo, e que se interrogam sobre o porquê de tal prática. É permitido? Não há fiscalização? E a enorme variação de preços entre um comerciante e outro, também é fruto do mercado liberal?

Luís Rocha com Rui Marote
IN FUNCHAL NOTÍCIAS

SESARAM foi alvo de um ataque informático

O SESARAM, EPERAM foi alvo de uma disfunção na sua rede informática devido a um ciberataque deliberado e malicioso com o único objetivo de causar danos e de perturbar o normal funcionamento do Serviço Regional de Saúde da Região Autónoma da Madeira.
O funcionamento interno do SESARAM foi desta forma afetado, comprometendo algumas áreas.


Emanuel Silva
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JPP diz que é preço estancar o “flagelo” dos altos preços da habitação

O JPP veio abordar hoje o “flagelo dos altos preços de arrendamento e da compra de habitação” na Madeira. Diz o líder parlamentar do partido, Élvio Sousa: “Todas as semanas recebo, em atendimento, casos dramáticos: famílias que já não têm rendimento suficiente para fazer face a todos os gastos; casais jovens, com trabalho e baixos rendimentos, e famílias da classe média a ter que viver como se nómadas fossem”.
“A subida das taxas de juro, a inflação, o elevado custo de vida, os altos preços dos combustíveis e do gás, o aumento dos preços do supermercado está a deixar muitas famílias em desespero e com a “corda ao pescoço”, dá conta este parlamentar.
“Uma das situações que estou a acompanhar, está uma mãe em risco de perder a guarda dos filhos, porque não consegue arranjar um T1, a um preço acessível ao seu rendimento, mesmo em local recôndito do Funchal”, refere. 
“O mais incrível é verificar, pelo dados do INE, que os madeirenses e os porto–santenses têm mais uma “canga” para carregar nos seus bolsos: no crédito à habitação, estão a pagar mais 4% (3,93%) de juros do que os cidadãos a viver no território continental. E esta situação passa de mansinho, perante um governo regional calado, silencioso, a fazer de conta que nada se passa? Onde anda o secretário das Finanças e o Presidente do Governo, que não abrem a boca perante mais esta vergonha?”, questiona.
“Como é possível que num caso de um madeirense que esteja a pagar, por exemplo, um empréstimo com um capital de dívida de 62.888€, esteja a pagar mais de juros (208€), do que amortização de capital (174€)?”


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Madeira obrigada a abater na dívida com receita de venda de hospital

O Governo Regional da Madeira está obrigado a usar a receita da venda do Hospital Nélio Mendonça para abater na dívida pública regional. A determinação tornou-se recentemente oficial, com a publicação de uma resolução do Governo Central no Diário da República.

Hospital Nelio Mendonça

“Com efeito, passa a prever-se a realização das transferências sem dedução do valor de avaliação global a devoluto do imóvel”, indica a Resolução n.º 88/2023 do Conselho de Ministros, que atualiza o modelo de apoio financeiro à construção, fiscalização da empreitada e a aquisição de equipamento médico e hospitalar estrutural do Hospital Central e Universitário da Madeira, atualmente em construção.
No documento é referido que “as transferências correspondentes ao montante previsto para 2024 ficam a depender de garantia idónea, mediante protocolo, de que a totalidade do produto da sua alienação ficará destinado ao pagamento da dívida da Região Autónoma da Madeira à República Portuguesa no âmbito do respetivo Programa de Ajustamento Económico e Financeiro”.


IN DN

Luís Galvão Gouveia venceu Prova de Mar José Silva “SACA”

Decorreu esta manhã a XXVIII Prova de Mar José Silva “SACA”, que se disputou entre o Cais da Cidade e a Barreirinha.
Esta prova, que faz parte do programa de comemorações do 515º aniversário da cidade do Funchal, que amanhã se assinala, foi ganha no sector federado, pelo nadador júnior e campeão nacional, Luís Galvão Gouveia (15:49.65) do Clube Desportivo Nacional.

Nas mulheres, a vencedora foi Pauline Ringue (17:18.07) do Clube Naval do Funchal.
Na Natação Adaptada ganhou o atleta Joaquim Carvalho (21:00,45) do Clube Naval do Funchal.
No que diz respeito aos atletas populares, o vencedor foi Tomás Silva (17:15.83) e em femininos Maria Góis (20:54.68).
Refira-se que nesta prova participaram 153 atletas.


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“Confiança” sugere apoio da CMF ao alojamento de estudantes universitários

Recentemente, no sábado (19/08), a equipa da Confiança realizou uma acção política no concelho do Funchal, com os “Roteiros de Confiança”. As actividades focaram-se nas freguesias de São Martinho e Santa Maria Maior, particularmente nas zonas costeiras, registando a presença dos vereadores Miguel Silva Gouveia e Cláudia Dias Ferreira.
Na oportunidade, foram ouvidos alguns jovens universitários funchalenses que se preparam para iniciar ou retomar os seus estudos académicos fora da Madeira. A uma semana da saída das colocações da 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso, uma das principais preocupações identificadas tem sido a dificuldade em custear os alojamentos, enquanto prosseguem os seus estudos em instituições de ensino no continente português.


Consciente desta questão, a equipa da Confiança acredita que é imperativo tomar medidas para aliviar esta carga financeira sobre os estudantes madeirenses, refere um comunicado da mesma.
A Confiança incita o actual executivo da Câmara Municipal do Funchal para, no âmbito do “Regulamento de Acesso a Bolsas de Estudo para o Ensino Superior” criado em 2018 pelo anterior executivo, proceder à inclusão de um apoio ao alojamento.
Esta medida permitiria direccionar recursos para ajudar os estudantes madeirenses a enfrentar os desafios financeiros associados ao alojamento durante os seus anos de estudo no continente, onde o contexto inflacionário tem se feito sentir de forma muito intensa no mercado imobiliário.
“Face à boa situação financeira em que deixámos o Município do Funchal, que tem permitido ao actual executivo gastar dinheiro a destruir ciclovias e a patrocinar ralis em Espanha, é da mais elementar justiça ajudar os jovens madeirenses do Funchal a continuarem de forma digna no seu percurso académico”, considera o vereador Miguel Gouveia.
Por sua vez, Cláudia Dias Ferreira, refere que “esta medida pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes e suas famílias, contribuindo para o desígnio constitucional de ter uma educação gratuita como caminho para uma sociedade mais justa e inclusiva”.
Os vereadores da Confiança continuarão a promover soluções concretas para os desafios que afectam a vida dos cidadãos do Funchal, através de iniciativas de proximidade como os “Roteiros de Confiança”, e trabalhando em estreita colaboração com a comunidade para identificar preocupações e encontrar maneiras de melhorar as condições de vida para todos, conclui esta coligação.


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