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NewsPortugal

TAP: “TECHNICAL ANOMALIES” MAY HAVE SPARKED INCIDENT ON PORTUGÁLIA FLIGHT – PILOTS

Redação, 24 Oct 2022 (Lusa) – The Civil Aviation Pilots Union (SPAC) warned in an internal statement, for “technical anomalies” in a Portugália flight, which may have potentiated an incident which resulted in injuries, saying that it is an “unusual operational reality”.

In the message, to which Lusa had access, SPAC warned of two situations, the most complicated being TAP flight 842 on October 19 in which an “encounter with severe turbulence causes injuries to crew and passengers, forcing a return to Lisbon.”

“The aircraft in question, limited by technical anomalies, was flying at an altitude far below its normal maneuverability, placing the aircraft in an atmospheric envelope of greater risk for the type of incident that came to pass,” the union guaranteed.

On the other hand, on TAP flight 822 on October 22, SPAC said, there was a “return to Lisbon airport, immediately after take-off, due to an intense smell of burning in the passenger cabin”, which was “the first flight of an aircraft that had been waiting for several weeks before, on the very day of its first flight, it was not properly prepared, cleaned and considered fit for flight”.

According to the union, which reported these occurrences in a statement issued by Portugália’s Works Council, “unfortunately, in the last few months there have been several aircraft operating under these conditions, causing great losses in terms of excessive fuel consumption, CO2 emissions and reduction in the useful life of components, in addition to the material and physical damage registered in the flight mentioned”.

Thus, the structure decided to “mark the repetition of another tough week at the operational level in Portugalia, with emphasis on two events that put to the test the resilience and capability” of pilots “who, when faced with unexpected operating conditions, ensured the maintenance of the highest standards of flight safety.

“The new normality of cancellations and delays that have characterized our operation since last April has no end in sight,” he criticized, noting that “with the entry into service of the worn-out aircraft chosen to strengthen the fleet, these irregularities and the resulting operational pressures will worsen.

“This is an unusual operational reality, without parallel in Europe, in most cases caused by aircraft that are technically unable to operate or, when able to do so, that require technical restrictions, which invariably lead to situations such as those described here”, lamented the SPAC, assuring that “these irregularities and their context have been exerting an increasing form of operational pressure on crews”.

“These pilots are the same people who witness a discourse disconnected from reality, which speaks of the unjustified perpetuation of cuts in their wages, against the backdrop of the various acts of squandering financial resources allocated to TAP by taxpayers,” he stressed, stating further that “these are the same pilots to whom this squandering of resources would allow to pay the wage cuts and who are required to accept without dispute.”

Lusa contacted TAP and is awaiting a response.

ALYN // CSJ

Redação, 24 out 2022 (Lusa) – O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) alertou, num comunicado interno, para “anomalias técnicas” num voo da Portugália, que poderão ter potenciado um incidente do qual resultaram ferimentos, dizendo que se trata de uma “realidade operacional incomum”.

Na mensagem, a que a Lusa teve acesso, o SPAC alertou para duas situações, sendo a mais complicada o voo TAP 842 de 19 de outubro em que um “encontro com turbulência severa causa ferimentos em tripulação e passageiros, obrigando ao regresso a Lisboa”.

“A aeronave em causa, limitada por anomalias técnicas, voava numa altitude muito abaixo da sua capacidade normal de manobra, colocando a aeronave num envelope atmosférico de maior risco para o tipo de incidente que se veio a verificar”, garantiu o sindicato.

Por outro lado, no voo TAP 822 de 22 de outubro, disse o SPAC, houve um “regresso ao aeroporto de Lisboa, imediatamente após a descolagem, motivado por intenso cheiro a queimado na cabine de passageiros”, sendo que se tratou “do primeiro voo de uma aeronave que aguardou múltiplas semanas para, no preciso dia do seu primeiro voo, não se encontrar devidamente preparada, limpa e considerada como apta para o voo”.

Segundo o sindicato, que deu conta destas ocorrências num Comunicado da Comissão de Empresa da Portugália, “infelizmente, nos últimos meses são várias as aeronaves a operar nestas condições, causando grandes prejuízos em consumos excessivos de combustível, emissões de CO2 e redução de vida útil de componentes, para além dos danos materiais e físicos registados no voo assinalado”.

Assim, a estrutura resolveu “assinalar a repetição de mais uma dura semana ao nível operacional na Portugália, com destaque para dois eventos que colocaram à prova a resiliência e capacidade” dos pilotos “que, quando confrontados com inesperadas condições operacionais, asseguraram a manutenção dos mais elevados padrões de segurança de voo”.

“A nova normalidade de cancelamentos e atrasos que passaram a caracterizar a nossa operação desde o passado mês de abril não tem fim à vista”, criticou, referindo que “com a entrada em serviço das desgastadas aeronaves escolhidas para reforço de frota, evidenciar-se-á o agravamento destas irregularidades e das pressões operacionais resultantes”.

“Trata-se de uma realidade operacional incomum, sem paralelo na Europa, na maioria dos casos originada por aviões impedidos tecnicamente de operar ou, quando aptos a fazê-lo, que obrigam a restrições técnicas, que invariavelmente conduzem a situações como aquelas que se sucederam e que aqui se descreve”, lamentou o SPAC, garantindo que “estas irregularidades e o seu contexto têm vindo a exercer uma crescente forma de pressão operacional nas tripulações”.

“São estes pilotos as mesmas pessoas que assistem a um discurso desligado da realidade, que fala da injustificada perpetuação dos cortes nos seus salários, tendo como pano de fundo os vários atos de esbanjamento de recursos financeiros afetos à TAP pelos contribuintes”, sublinhou, afirmando ainda que “são estes mesmos pilotos a quem esse esbanjamento de recursos permitiria pagar os cortes salariais e a quem se exige aceitação sem disputa”.

A Lusa contactou a TAP e encontra-se à espera de resposta.

ALYN // CSJ

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