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BENFICA WINS IN CHAMPIONS LEAGUE

Benfica’s tenth victory in ten games this season didn’t get the maximum score, but after two victories by the tangential margin, Roger Schmidt’s team once again gave a restful night to the Reds’ fans who were in the stands at Estádio da Luz.

Four days after the out-of-hours triumph over Vizela, the eagles began their participation in the group stage of the Champions League with an undeniable triumph over Maccabi Haifa by 2-0.

The Israeli champions were rigorous and organized, but five minutes were enough for Benfica to settle a game in which they almost never felt comfortable in the opening 45 minutes.

During this period the eagles lacked a lot. Speed ​​in the movement of the ball, use of more areas of the field, tear in the last 30 meters, weight in the area and patience. They also lacked the ability to understand, at least early on, that playing well is often doing it simply. No decorations or fireworks.

Benfica coach Roger Schmidt

After 45 minutes, little was squeezed out of Benfica’s territorial ascendancy: more than 60 percent possession of the ball, more shots, but only one sovereign scoring opportunity, from Rafa around half-hour.

Benfica returned different for the second half. With Musa in place of the late Gonçalo Ramos and aware of what he needed to do differently to unlock the game.

Maccabi almost opened the scoring after a mistake by Florentino, but from then on the rest of the night was almost entirely for the Reds.

Grimaldo loosened up further to the left and it was there that the equation began to resolve itself. There was also a lot of Rafa, looser, devilish and capable of definitively messing up the good defensive organization of the Israelis.

And Benfica made it simple.

In the 50th minute, the Portuguese international forward opened the scoring with a pass from Grimaldo. In this move, almost everything that Benfica lacked so far was seen: fast ball circulation, quick attack to space and the indispensable presence of several units in the opposing great area to make a dent.

Five minutes later, the Spaniard struck the moment of the night, with a well-placed left-footed shot that ended up deep in Cohen’s goal.

Afterwards, the profile of the game changed. Maccabi started to have more ball and Benfica tended to become a transition team, managed the game with competence and accumulated dangerous arrivals at the Israeli goal. In closing, Enzo Fernández saw the right post give him the 3-0 back on a night when Roger Schmidt’s team went too far and realized, just in time, what they needed to be successful.

From the principle of simplification.

in Maisfutebol

A décima vitória em dez jogos do Benfica nesta temporada não teve nota máxima, mas depois de dois triunfos pela margem tangencial a equipa de Roger Schmidt voltou a dar uma noite descansada aos adeptos dos encarnados que estiveram nas bancadas do Estádio da Luz.

Quatro dias depois do triunfo fora de horas sobre o Vizela, as águias iniciaram a participação na fase de grupos da Liga dos Campeões com um triunfo incontestável sobre o Maccabi Haifa por 2-0.

O campeão israelita foi rigoroso e organizado, mas cinco minutos bastaram para que o Benfica resolvesse um jogo no qual quase nunca pareceu confortável nos 45 minutos iniciais.

Durante esse período faltou muito às águias. Velocidade na circulação da bola, uso de mais zonas do campo, rasgo nos últimos 30 metros, peso na área e paciência. Faltou também capacidade para perceber, pelo menos cedo, que jogar bem é muitas vezes fazê-lo de forma simples. Sem adornos nem fogo-de-artifício.

Ao fim de 45 minutos espremia-se pouco do ascendente territorial do Benfica: mais de 60 por cento de posse de bola, mais remates, mas apenas uma soberana ocasião de golo, de Rafa por volta da meia hora.

O Benfica regressou diferente para a segunda parte. Com Musa no lugar do apagado Gonçalo Ramos e ciente daquilo que precisava de fazer de diferente para desbloquear o jogo.

Logo a abrir o Maccabi quase inaugurou o marcador após um erro de Florentino, mas a partir daí o resto da noite foi quase todo dos encarnados.

Grimaldo soltou-se mais pela esquerda e foi por ali que a equação começou a resolver-se. Houve também muito Rafa, mais solto, endiabrado e capaz de desarrumar definitivamente a boa organização defensiva dos israelitas.

E o Benfica simplificou.

Aos 50 minutos, o avançado internacional português inaugurou o marcador a passe de Grimaldo. Nessa jogada viu-se quase tudo aquilo que faltara ao Benfica até aí: circulação de bola veloz, rápido ataque ao espaço e presença indispensável de várias unidades na grande-área contrária para fazer mossa.

Cinco minutos depois, o lateral-espanhol pincelou o momento da noite, num remate colocadíssimo de pé esquerdo que terminou no fundo da baliza de Cohen.

Rafa Silva dribbles through the Haifa midfield

Depois, o perfil do jogo mudou. O Maccabi passou a ter mais bola e o Benfica tornou-se tendencialmente uma equipa de transição, geriu o jogo com competência e foi acumulando chegadas perigosas à baliza dos israelitas. A fechar, Enzo Fernández viu o poste direito devolver-lhe o 3-0 numa noite em que a equipa de Roger Schmidt foi de menos a mais e percebeu, ainda bem a tempo, aquilo de que precisava para ter sucesso.

Do princípio da simplificação.

in Maisfutebol

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